Ne segunda metade da década de 80, as Berlins, separadas pelo muro, ainda dividiam famílias e amigos, mas era só um obstáculo. Viver além dos limites era o grande desafio. Nesse cenário, num mundo cheio de contradições, algumas esperanças mínimas surgiam entre as rachaduras. Rachaduras invisíveis.
A construção mais antiga, ainda existente em Berlim, desde sua fundação, em 1237, é, por coincidência, um muro. O muro que restou. Naquela época, ninguém imaginaria o significado que um muro teria. Ou imaginavam?
Olá Jare! Não repare em minha visita relâmpago, mas venho lhe convidar para ler o novo capítulo de “O Diário de Bronson (O Chamado)” e deixar o seu comentário.
Retornarei com melhores modos e mais tempo. Tenha um ótimo final de semana. Abraço do Jefhcardoso!
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